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domingo, 2 de outubro de 2011

BRASILEIRO - O CRIOULO "AREZZO ABYARA"


CONTOS E LENDAS AFRO-BRASILEIRAS:

O crioulo capitão-do-mato e o negro escravo

Continuando...


Os dois desceram a margem do riacho doce que cortava a fazenda, dividia a plantação de milho com o pasto dos cavalos. Depois de muito andar, o capitão-do-mato disse que ali embaixo daquela copa da arvore iram descansar e saciar de seus frutos que já estavam maduros.

Enquanto o capitão-do-mato sentado ao pé da arvore de chapéu abaixado finge tirar um sono, mas logo se desperta ao perceber que o jovem negro desamarrava sua suja calça de terra logo ali na frente para poder mijar, ao ver aquela cena o capitão-do-mato quase perdeu seu fôlego de tanto nervoso ao ver aquele Apolo negro que o sol fazia brilhar sua pele naquela tarde. Sem perceber o jovem negro vira-se e balança aquele enorme membro de cabeça vermelha que ali sacudia as ultimas gotas de urina. O capitão-do-mato engole sua saliva e se levanta e caminha até o Deus do Ébano. Naquele momento a sensação de estar diante de um cavalo selvagem. Ouvia-se apenas o córrego do riacho doce que ali cortava o som do vento que brincava entre folhas altas daquele matagal.

O capitão-do-mato então parado enfrente ao jovem negro que começa amarrar suas calças onde guarda um enorme volume, mas é segurado pela mão do capitão-do-mato que a segura impedindo que o mesmo termine. Sem reação diante aquilo e de olhos bem regalados e assustados, passaria pela cabeça daquele jovem que o pode acontecer a seguir, que seria castrado pelo capitão-do-mato.

Com coragem de um homem forte e respeitado, o capitão-do-mato se ajoelha diante aquele jovem, e abre lentamente suas calças, o cheiro suado dos pelos da cor da noite deixa ainda mais excitado o capitão-do-mato que agora ali esta diante aquele mastro que agora se encontra com os lábios carnudos do capitão-do-mato. Com medo e sem reação diante aquilo tudo, o jovem negro olha de forma assustada o que vem a seguir. Sem muita demora o capitão-do-mato com sua boca que naquele momento queima feito braça engole aquele membro que faz o jovem negro dar um suspiro que poderia escutar a quilômetros.

Ele mamava tão forte, que cada movimento aquilo ia se tornando maior e pegando uma forma colossal. Naquele momento a situação tomou conta do jovem negro que segura à cabeça do capitão-do-mato fazendo o engolir cada vez mais sua piroca. Depois de muito mamar o capitão-do-mato implora para que o jovem negro penetre todo aquele enorme cacete adentrou de si. O jovem negro não pensa duas vezes.

Ouviam-se gritos, perto da plantação de milho...


Aquelas costas ganharam as merecidas estocadas fortes do escravo que ali despejavam com tanta força as vezes que seus irmãos foram castigados.

O crioulo capitão-do-mato se contorcia de dor e prazer.

Quanto mais o capitão-do-mato gemia, mais fortes eram os movimentos daquele ébano. Depois te muitas estocadas o jovem negro pediu para o capitão-do-mato se ajoelhar. O jovem estava pingando em suor e sua imensa mão segurava firme aquele enorme membro grosso e que sua voz firme e forte feito um guerreiro de uma tribo gritou em voz alta dizendo para que abrisse a boca. O capitão-do-mato obedeceu, e o seu leite jorrava como jatos fortes e grossos alimentando então sua sede de prazer.

Outros encontros aconteceram nas margens daquele riacho doce.Diziam que o negro tornou-se o braço direito do capitão-do-mato que morrera dois anos depois em uma fuga de massa dos escravos da senzala. O jovem negro então se torna o mais novo capitão-do-mato da fazenda.

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