sábado, 4 de fevereiro de 2012
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
CONTOS E LENDAS AFRO-BRASILEIRAS: Leitura
Adão, o angolano da oficina de carros

Na oficina que fica no bairro de Bonsucesso, zona norte do Rio de Janeiro, trabalha o recém chegado Adão, um angolano que chegou ao Brasil há pouco tempo. A procura de emprego e lugar para morar e com experiência em funilaria, o rapaz de 31 anos conseguiu um emprego de mecânico de carros.
O jovem empresário e amigo Pedro Jorge, que tinha feito contato via internet resolveu lhe dar essa oportunidade e emprego aqui no Brasil. O empresário era um negro de 36 anos com 1,83 de altura, 88kg, forte pois ele malhava todos os dias no fundo da sua oficina.
O que se ouvirá falar no bairro que ele era ex-modelo e que não tinha ninguém, sem filhos e morava só. Adão, sempre acho seu amigo um exemplo de homem a si seguir, por isso ele fazia questão de fechar a oficina todos os dias para mostrar confiança.
Como é verão no Rio de Janeiro, naquela sexta-feira de Janeiro de 2012 chovia muito naquele fim de tarde, Adão como sempre fecha a oficina, mas nesse dia teve ajuda do seu amigo Pedro Jorge, que fez gosto de chamar Adão para jantar com ele, o mesmo não fez cerimônia, aceitou de primeira e falou que a sobremesa era com ele. Já que ele tinha uma velha receita da sua avó angolana muito boa.
Ao entrar o amigo Pedro Jorge disse:
- Vou pegar uma cerveja enquanto você vai direto para o banheiro tomar seu banho, pelo que vejo você precisa de um banho bem quente, hoje o dia foi bem cheio.
- Onde eu pego a toalha?
Respondeu Adão:
- Pode ir eu levo uma para você junto com a cerveja.
Mas o amigo Pedro Jorge não esperava o que estava por vir, ao entrar no banheiro com a toalha e a cerveja na mão, viu que a porta do box estava aberta e mostrava uma das bundas mas linda e grande, uma verdadeira bunda de um negro da raça. Ele foi tomando por um desejo que nunca tinha sentindo antes, uma mistura de carência, tesão, algo que levo ele a olha fixo para bunda do seu funcionário, ele ficou com a pica dura de um jeito que fez um volume na bermuda.
Adão ouviu barulhos e falou:
- Opa. Que susto irmão, obrigado. Já vou me secar.
- Sim irmão, a toalha está aqui em cima e sua cerveja também vou terminar o jantar e saiu para ele não ver aquele volume na sua bermuda.
Alguns minutos depois o jantar ficou pronto e Adão veio de toalha para sala de jantar, mas não seria de mas aquela visão para aquele jovem negro que a tempos não tinha um bom prazer com ninguém.
Disse Adão:
- Meu amigo estou sem roupa aqui na oficina será que pode mim empresta um short?
Respondeu Pedro Jorge:
- Claro irmão, essa é sua casa também, enquanto isso, vou tomar um banho rápido para gente jantarmos.
Pedro Jorge ao sair do banheiro sem cueca e de short branco mostrando um pouco sua bunda bem desenhada e grande, fazendo volume na frente.
- Vamos jantar?
Adão não pode deixar de nota aquele caralho grande na frente e aquela bunda grande, fora aquele corpo desenhado e musculoso bem másculo.
Adão respondeu com um grande sorriso no rosto:
- Vamos sim.
- Vou pegar outra cerveja para você.
- Aqui esta.
Pedro Jorge disse:
- Vamos fazer uma oração para agradecer pelo nosso dia.
Depois da oração ele se sérvio e foi batendo papo com seu funcionário. Ao fim Adão veio com a sobremesa que era a velha receita da sua avó.
Depois de horas batendo papo já era meia noite lá fora a chuva cair forte.
Pedro Jorge disse:
- Vou tira a mesa e arrumar a cozinha.
Logo em pé Adão disse:
-Não meu amigo vou lhe ajudar, por favor.
Ao ir para cozinha nesse tira de louças, Adão viu que o volume do membro do seu amigo estava ficando maior, nesse meio tempo ele foi ficando excitado e não deu para desfaçar, quando Pedro Jorge virou-se viu aquilo e Adão deixo os pratos caírem no chão.
Quando logo disse:
- Desculpa meu amigo eu sempre como minhas atrapalhadas.
- Tudo bem vou lhe ajudar, mas de outra forma com um sorriso bem sacana. Não deu outra, Pedro Jorge colou aquela vara grande e dura nele. Adão meteu a mão naquela pica grande e começo a si beijar com Pedro Jorge.
Tirando a camisa de Adão, a cada hora dava cada abraço forte um amaço que fazia os dois ir ao seu limite de prazer.
Adão mostrou como era a força de um angolano rasgando o short daquele homem, beijando aquele pescoço, dando lhe fortes mordidas e chupões e foi descendo, chupando aqueles peitos deliciosos, e finalmente começo a mamar aquele caralho grande com uma cabeça enorme e vermelha. Loucamente ele mamava profundamente, Pedro Jorge a cada hora delirava de prazer, aquele era a verdadeira força de um angolano, virando seu amigo de costa, viu aquela linda e grande bunda desenhada, ele caiu de boca naquele cú, chupando com tanta força fazendo o homem grita de prazer indo a loucura, mas Pedro Jorge tinha que mostra que ele também era bom de foda.
Pedro Jorge se virou tirando o short daquele belo angolano, jogando ele de costa na mesa e chupo aquele rabo guloso.
Adão subiu ao céu de prazer, já com pau a mil pulsando, já não tava mais para segurar e começou a gritar, cada grito forte e intenso. Pedro Jorge queria mas e mas, abria a bunda daquele rapaz com força e chupava, chupava, a sua língua sabia penetrar e era tão quente.
Ele virou aquele homem que pingava de suor, doido de prazer, e começo a chupar aquela casseta que era algo bem gingante, chegava a ser maior que a dele, como podia esconder aquele enorme membro dentro de uma calça.
Pedro Jorge colocava na boca e sobrava um palmo, e chupava loucamente fazendo Adão gemer alto que ouvia longe. Depois desse banho, não deu outra Pedro Jorge colocou aquele angolano na mesa, de bunda para cima e meteu, sem dó e piedade, o angolano gritou de dor com um misto de prazer, tão bom, falar:
- Porra Pedro Jorge, caralho irmão... devagar porra.
Ele apertava com a bunda o pau de Pedro Jorge de um jeito, que fazia o homem ir a loucura.
Vendo o pau do angolano duro e pulsando.
Pedro Jorge não resisti-o, pedindo:
- Vem comer o cú desse macho, quero ser seu.
Como uma ordem Adão coloco aquele rabo para cima na pia e meteu aquela piroca enorme toda de uma vez.
Fazendo o homem grita de um jeito que tava para ouvir a quadras dali.
Pedro Jorge gritava e pedia:
- Tira, tira...
Mas doido para recebe mas pica, gemia de prazer com dor, mas com tanto tesão ali no chão na cozinha fez aquele negro deita e ele subia e descia naquela pica gingante, quando o angolano não se seguro mas tirando a vara e gozando nele.
Pedro Jorge por sua vez, coloco sua pica na boca daquele rapaz fazendo ele chupar gostoso.
Quando tiro da boca daquele rapaz, aquela pica grossa e derramo todo aquele leite na cara daquele rapaz.
O angolano bebeu tudo sungando mas ainda daquela cabeça grande.
Eles foram para banheiro toma um banho, depois daquele festival de gala, se prepara para uma nova foda, mas essa iria começar naquele banheiro e iria termina dessa vez em outro canto da casa. Naquela noite Adão dormiu com seu amigo, e nos dias seguinte aquilo ali se repetiu varias e varias vezes, mas com outra participação, pois o primo do angolano também chegou ao Brasil.
Ate à próxima!
Por: Arqueiro Negro / Salvador BA

































